Thursday, 14 August 2014

Top five regrets of the dying

Image: pt.depositphotos.com
                                                                                  








 

           Top five regrets of the dying 


A nurse has recorded the most common regrets of the dying, and among the top ones is 'I wish I hadn't worked so hard'. What would your biggest regret be if this was your last day of life?

A palliative nurse has recorded the top five regrets of the dying.
There was no mention of more sex or bungee jumps. A palliative nurse who has counselled the dying in their last days has revealed the most common regrets we have at the end of our lives. And among the top, from men in particular, is 'I wish I hadn't worked so hard'.

Bronnie Ware is an Australian nurse who spent several years working in palliative care, caring for patients in the last 12 weeks of their lives. She recorded their dying epiphanies in a blog called Inspiration and Chai, which gathered so much attention that she put her observations into a book called the top five regrets of dying.

Ware writes of the phenomenal clarity of vision that people gain at the end of their lives, and how we might learn from their wisdom. "When questioned about any regrets they had or anything they would do differently," she says, "common themes surfaced again and again."









Here are the top five regrets of the dying, as witnessed by Ware:


1. I wish I'd had the courage to live a life true to myself, not the life others expected of me.

"This was the most common regret of all. When people realize that their life is almost over and look back clearly on it, it is easy to see how many dreams have gone unfulfilled. Most people had not honored even a half of their dreams and had to die knowing that it was due to choices they had made, or not made. Health brings a freedom very few realize, until they no longer have it."

2. I wish I hadn't worked so hard.

"This came from every male patient that I nursed. They missed their children's youth and their partner's companionship. Women also spoke of this regret, but as most were from an older generation, many of the female patients had not been breadwinners. All of the men I nursed deeply regretted spending so much of their lives on the treadmill of a work existence."

3. I wish I'd had the courage to express my feelings.

"Many people suppressed their feelings in order to keep peace with others. As a result, they settled for a mediocre existence and never became who they were truly capable of becoming. Many developed illnesses relating to the bitterness and resentment they carried as a result."

4. I wish I had stayed in touch with my friends.

"Often they would not truly realize the full benefits of old friends until their dying weeks and it was not always possible to track them down. Many had become so caught up in their own lives that they had let golden friendships slip by over the years. There were many deep regrets about not giving friendships the time and effort that they deserved. Everyone misses their friends when they are dying."

5. I wish that I had let myself be happier.

"This is a surprisingly common one. Many did not realize until the end that happiness is a choice. They had stayed stuck in old patterns and habits. The so-called 'comfort' of familiarity overflowed into their emotions, as well as their physical lives. Fear of change had them pretending to others, and to their selves, that they were content, when deep within, they longed to laugh properly and have silliness in their life again."










What's your greatest regret so far, and what will you set out to achieve or change before you die?



Reference:

Steiner, S. (2012, February 1 )Top five regrets of the dying. The Guardian, 22.49 AEST. Retrieved from: http://www.theguardian.com/lifeandstyle/2012/feb/01/top-five-regrets-of-the-dying

Murray,J. (2014). Week one: Articles useful to lectures. Retrieved from COUN7015, University of Queensland Blackboard Online: http://www.elearning.uq.edu.au/








          Os cinco arrependimentos de
                  quem esta morrendo

Uma enfermeira registrou os arrependimentos mais comuns de pessoas que estavam morrendo, e entre os top esta': "Eu gostaria de não ter trabalhado tão duro '. Qual seria o seu maior arrependimento se este fosse seu último dia de vida?

Uma enfermeira paliativa gravou os cinco maiores arrependimentos de pessoas que estavam morrendo.
Não houve menção de mais sexo ou bungee saltos. Uma enfermeira paliativa que aconselhou os que estavam em seus últimos dias revelou os arrependimentos mais comuns que temos no final de nossas vidas. E para os homens, em particular, esta': "Eu gostaria de não ter trabalhado tão duro '.

Bronnie Ware é uma enfermeira australiana que passou vários anos trabalhando em cuidados paliativos, cuidando de pacientes nas últimas  semanas de suas vidas. Ela gravou suas descobertas sobre o morrer em um blog chamado “Inspiração e Chai”, que reuniu tanta atenção que ela colocou as observações em um livro chamado os cinco principais arrependimentos de quem esta morrendo.

Ware escreve sobre a clareza fenomenal de visão que as pessoas ganham no final de suas vidas, e como podemos aprender com sua sabedoria. "Quando questionado sobre algum arrependimento que tiveram ou qualquer coisa que faria diferente", diz ela, "temas comuns vieram à tona novamente e novamente."


Aqui estão as cinco principais arrependimentos dos que estavam morrendo, como testemunhado por Ware:

1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não ao que os outros esperavam de mim.

"Esse foi o arrependimento mais comum de todos. Quando as pessoas percebem que sua vida está quase no fim e olham para trás claramente, é fácil ver quantos sonhos não foram cumpridos. A maioria das pessoas não tinha honrado nem metade dos seus sonhos e teve que morrer sabendo que era devido às escolhas que fizeram, ou não fizeram. Saúde traz uma liberdade que muito poucos percebem, até já não tê-la. "

2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto.

"Isto veio de todos os pacientes do sexo masculino que eu cuidei. Eles perderam o tempo de crescimento de seus filhos e o companheirismo da parceira. As mulheres também falaram desse arrependimento, mas como a maioria era de uma geração mais idosa, muitos dos pacientes do sexo feminino não tinham sido chefes de família. Todos os homens que cuidei lamentaram profundamente passar tanto de suas vidas numa existência so de trabalho ".

3. Eu gostaria de ter tido a coragem de expressar meus sentimentos.

"Muitas pessoas suprimiram os seus sentimentos, a fim de manter a paz com os outros. Como resultado, eles se instalaram em uma existência medíocre e nunca se tornaram quem eram realmente capazes de se tornar. Muitas doenças foram desenvolvidas como resultado da amargura e ressentimento que carregavam . "


4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos.

"Muitas vezes eles não percebem verdadeiramente os benefícios de velhos amigos até que suas semanas est
ão se acabando e não e mais possível voltar atraz. Muitos haviam se tornado tão envolvidos em suas próprias vidas que eles tinha deixado amizades de ouro escapar por ao longo dos anos. Havia muitos arrependimentos profundos sobre não dar as amizades o tempo e esforço que mereciam. Todo mundo perde seus amigos quando eles estão morrendo ".

5. Eu queria que eu tivesse me deixdo ser mais feliz.

"Este é um desejo surpreendentemente comum. Muitos não percebem até o fim que a felicidade é uma escolha. Eles haviam ficado presos em velhos padrões e hábitos. O chamado" conforto "da familiaridade foi maior do que suas emoções, bem como suas vidas físicas. O medo da mudança os fez fingir para os outros, e para eles mesmos, que estavam felizes, quando lá no fundo, eles ansiavam rir e ter tolice em sua vida novamente. "


Qual é o seu maior arrependimento até agora, e o que você vai se propor a atingir ou mudar antes de morrer?



Referencia:

Steiner, S. (2012, February 1 )Top five regrets of the dying. The Guardian, 22.49 AEST. Retrieved from: http://www.theguardian.com/lifeandstyle/2012/feb/01/top-five-regrets-of-the-dying

Murray,J. (2014). Week one: Articles useful to lectures. Retrieved from COUN7015, University of Queensland Blackboard Online: http://www.elearning.uq.edu.au/ 




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