Thursday, 7 August 2014

Homesick/Immigration: The Bible has a lot to say about immigration


Image: guilhermecomcriato.blogspot.com
                                                              


 

             The situation which 
       is not different in Australia

         The Bible has a lot to say 
              about immigration
 
How many religious leaders have you heard address the topic of immigrant rights? How many sermons have you heard on immigration reform? If there were a scripture-to-sermon ratio test, one would expect to hear about 50 sermons on immigrants for every one sermon on homosexuality. That's roughly the ratio of biblical utterances on the two topics. 
 
That may be a silly way to evaluate your pastor's sermons or your priest's homilies. Still the larger point remains: The scriptures of Christians and Jews, the Bible, have a lot to say about "resident aliens," "foreigners in your midst," "sojourners and strangers among you." How a society treats strangers, foreigners and resident aliens is arguably a major focus, even preoccupation, of the Bible. 
 
The overall theme of the Bible's teaching is summed up in Exodus 22:21, "You shall not wrong or oppress a resident alien, for you were aliens in the land of Egypt." Reminding the people of biblical Israel that they had been slaves in Egypt, the Hebrews are enjoined to treat aliens, foreigners and sojourners in their midst fairly and with respect. Leviticus 19:34 echoes and expands upon the Exodus teaching. "The alien who resides among you shall be to you as the citizen among you; you shall love the alien as yourself, for you were aliens in the land of Egypt; I am the Lord your God." From the New Testament Letter to the Hebrews we hear, "Do not neglect to show hospitality to strangers, for by doing so some have entertained angels unawares."

Why is the matter of the immigrant or the "foreigner who resides among you" such a concern of the Jewish and Christian faiths and what bearing does it have on the current immigration debate in our country? As for the first question, the answer is that God didn't want the ancient Hebrews to forget where they had come from, or how they had gotten where they were, namely, the Promised Land. They had come from slavery in Egypt. They knew what it was like to be exploited and taken advantage of. Now that they had land and wealth they shouldn't forget that hadn't always been the case. Ring any bells? It should. Most Americans are the descendents of immigrants.

A second reason that the scriptures of Judaism and Christianity press their adherents to respect and not exploit the alien in their midst is especially pertinent to the contemporary American scene. Injustice anywhere leads inexorably to injustice everywhere. If there is a class of people without rights, without voice, without legal recourse and protection, it puts not just that group at risk. It puts an entire society at risk. It becomes a cancer that eats away at the whole social body. If a certain group can be exploited, then exploitation begins to infect the whole society. Its overall standards of justice and fair play are lowered and distorted.

Another way to put this, and to bring it forward to the contemporary situation in the United States, is that we ought to want immigrants to have legal rights and to be treated fairly because it is in the best long-term interest of our own society and its health. It is bad for all of us to have a group that lacks legal protection and is vulnerable to exploitation.

This concern to avoid the development of an exploited group or class points, however, to another factor in the immigration debate, one that I have not heard mentioned or acknowledged. The United States has become a very affluent society, and the wealthy among us have become very wealthy. In the past 25 years, largely due to the taxation and social policies (or lack of same) of the Republican Party, the rich have become far richer. We have become a society of private wealth and public poverty. (If you don't believe me, check out the opulence and sheer size of new homes in Seattle and on the East-side and the state of public school buildings in the city). Such private wealth allows and requires a servant class. 
 
While the state of the economy in Mexico and Central America is certainly a driver, in many ways the immigration conundrum is a consequence of growing private wealth here. The question that merits serious reflection is this: Do we want to be a society of the rich and the rest, where a servant class is tolerated and required? The Scriptures of Christians and Jews argue for legal protection and respect for "resident aliens" because these faiths see the danger to the whole society in an unprotected servant class. Do we?









By Anthony B. Robinson, P-I COLUMNIST
Published 10:00 pm, Thursday, May 18, 2006






               
            A situação que não é   
           diferente na Australia
          
        A Bíblia tem muito a dizer
                 sobre imigração

Quantos líderes religiosos você já ouviu abordar o tema dos direitos dos imigrantes? Quantos sermões você já ouviu falar sobre a reforma da imigração? Se houvesse um teste de sermão dados, seria de se esperar ouvir cerca de 50 sermões sobre imigrantes para cada um sermão sobre a homossexualidade. Isso é mais ou menos a proporção de declarações bíblicas sobre os dois temas.


Isso pode ser um jeito bobo de avaliar os sermões do seu pastor ou homilias do seu sacerdote. Ainda assim, o mais importante ponto permanece: As escrituras dos cristãos e judeus, a Bíblia, tem muito a dizer sobre "estrangeiros residentes", "estrangeiros em seu meio", "peregrinos e forasteiros entre vós." Como uma sociedade trata os estranhos, estrangeiros e residentes estrangeiros é sem dúvida um grande foco, uma preocupação, da Bíblia.


O tema geral do ensino da Bíblia se resume em Êxodo 22:21: "Você não deve fazer mal ou oprimir um estrangeiro residente, pois estrangeiros fostes na terra do Egito." Lembrando o povo de Israel bíblico que tinham sido escravos no Egito, os hebreus são intimados para tratar aliens, estrangeiros e peregrinos em seu meio de forma justa e com respeito. Levítico 19:34 ecoa e expande o ensino do Êxodo. "O estrangeiro que reside entre vós será para você como o cidadão entre vós; amarás o estrangeiro como a ti mesmo, pois fostes estrangeiros na terra do Egito. Eu sou o Senhor vosso Deus". Na Carta do Novo Testamento aos Hebreus nós ouvimos: "Não esqueçais da hospitalidade, pois, sem saber, alguns hospedaram anjos."

Porque é que a questão do imigrante ou do "estrangeiro que reside no meio de vós" tem tal preocupação das religiões judaica e cristã e que conseqüências isso tem sobre o debate atual de imigração no nosso país? Quanto à primeira pergunta, a resposta é que Deus não queria que os antigos hebreus esquessem de onde tinham vindo, ou como eles haviam chegado onde estavam, ou seja, a Terra Prometida. Eles vieram da escravidão no Egito. Eles sabiam o que era para ser explorado e aproveitado. Agora que eles tinham terra e riqueza que não se deve esquecer que nem sempre foi o caso. Lembra alguma coisa? Deveria. A maioria dos americanos são os descendentes de imigrantes. 



A segunda razão pela qual as escrituras do judaísmo e do cristianismo pressiona seus adeptos a respeitar e não explorar o estranho em seu meio é especialmente pertinente a cena contemporânea americana. A injustiça em qualquer lugar leva inexoravelmente à injustiça em todo lugar. Se há uma classe de pessoas sem direitos, sem voz, sem recurso legal e proteção, isso não coloca apenas esse grupo em risco. Isso coloca toda uma sociedade em risco. Torna-se um câncer que corrói todo o corpo social. Se um determinado grupo pode ser explorado, então a exploração começa a infectar toda a sociedade. Seus padrões globais de justiça são reduzidos e distorcidos.


Outra maneira de colocar isso e trazer para para a situação contemporânea nos Estados Unidos, é que devemos querer que imigrantes tenham direitos legais e de ser tratados de forma justa, porque é no melhor interesse de longo prazo de nossa própria saude social. É ruim para todos nós ter um grupo que carece de proteção legal e é vulnerável à exploração.

Esta preocupação de evitar o desenvolvimento de um grupo ou classe de explorados, no entanto,traz outro fator no debate sobre a imigração, que eu não ouvi mencionado ou reconhecido. Os Estados Unidos tornaram-se uma sociedade muito rica, e os ricos entre nós tornaram-se cada vez mais ricos. Nos últimos 25 anos, em grande parte devido à tributação e políticas sociais (ou a falta delas) do Partido Republicano, os ricos ficaram muito mais ricos. Nós nos tornamos uma sociedade de riqueza privada e pobreza pública. (Se você não acredita em mim, veja a opulência e dimensão de novas casas em Seattle e no Eastside e o estado dos edifícios escolares públicos da cidade). Tal riqueza privada permite e exige uma classe servil.


Enquanto o estado da economia no México e na América Central é, certamente, um propulsor, em muitos aspectos, o dilema da imigração é uma consequência da crescente riqueza privada aqui. A questão que merece uma séria reflexão é a seguinte: Será que queremos ser uma sociedade de ricos e do resto, onde uma classe de servos é tolerada e necessário? As Escrituras de cristãos e judeus defendem a proteção legal e o respeito pelos "estrangeiros residentes", porque essas religiões vêem um perigo para toda a sociedade na existencia de uma classe de servos desprotegidos. Será mesmo que vemos?

Por Anthony B. Robinson, P-I COLUNISTA
Publicado 10:00, quinta-feira, maio 18, 2006


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