Thursday, 17 July 2014

Homesick/Immigration: Socialization with extended family in cross-cultural relationships

Image: www.thefamilyhistorystore.com
                                                                     



Socialization with extended family
   in cross-cultural relationships

Whether the couple choose to live in the country of one of the partners or in a country which is new for both, they need to socialize (Romano, 2008). Recent studies revealed that socialization with extended family is one of the main reasons for problems of cross-cultural couples (Bustamante, Nelson, Henriksen Jr., & Monakes, 2011).

When the couple choose to live in the country of one of the partners, the expatriate partner is the one who needs to adapt to the new environment and the other partner's culture and family (Romano, 2008).

If both are immigrants in the country they chose to live in, they have to work in their relationship adaptation, as well accommodate to the new social life-style and friendships (Romano, 2008).

In some families, there is resistance from the relatives in accepting the partner that comes from another culture and speaks another language, thus, the couple cannot have the partner's family support (Romano, 2008). The couple may also be discriminated in some countries or specific environments such as churches, because of their external differences (Romano, 2008).

The consequences of these issues are very impacting (Bustamante, Nelson, Henriksen Jr. & Monakes,2011).The pain of being rejected and the need to be accepted and make friends in the new mother land, generates an internal conflict for the immigrant couple (Akhtar, 2011).

Studies in neuroscience argue that any environmental change is interpreted by the human brain as a possible threat, which can initiate a mental and physical stress response (Connie & Rossouw, 2013). Hence, cross-cultural couples experience a degree of anxiety as a result of having to face so many new situations (Akhtar, 2011). If, additionally, they must learn another language, change profession or lower their job expectations, without a family and network support, the number of challenges may be overwhelming, causing high levels of anxiety, depression, and making the adaptation and settlement even harder (Akhtar, 2011).

Therefore, the process of socialization with the extended family or making friends, which should be a moment of resting and relaxation, becomes another stress (Akhtar, 2011).



Mrs Glaucia Barbosa,
PACFA Reg. Provisional 25212 
MCouns, MQCA(Clinical)  
 
ABN: 19 476 932 954
7

References

Connie, H., & Rossouw, P.( 2013). BrainWise Leadership. Sydnay, AU: Learning Quest.

Akhtar, S. (2011). Immigration and acculturation. Mourning, adaptation, and the next generation. Maryland, UK: Jason Avonson.

Bustamante, R. M., Nelson, J. A., Henriksen Jr., R. C., & Monakes, S. (2011). Intercultural couples: Coping with culture-related stressors. The Family Journal, 19(2), 154-164. doi:10.1177/1066480711399723

Romano, Dugan (2008). Intercultural Marriage. Intercultural Press. Retrieved from http://www.eblib.com





   
   Socialização com a família em
       casamentos interculturais

Se o casal optar por viver no país de um dos parceiros ou em um país que é novo para ambos, eles precisam de socializar (Romano, 2008). Estudos recentes revelaram que a socialização com a família é uma das principais razões para os problemas de casais inter-culturais (Bustamante, Nelson, Henriksen Jr., e Monakes, 2011).

Quando o casal escolhe viver no país de um dos parceiros, o parceiro expatriado é quem precisa se ​​adaptar ao novo ambiente e a cultura e família (Romano, 2008) do outro parceiro.

Se ambos são imigrantes no país que escolheram para viver, eles têm que trabalhar na adaptação em seu relacionamento, como bem acomodar-se ao novo estilo de vida, e amizades (Romano, 2008).

Em algumas famílias, há resistência dos familiares em aceitar o parceiro que vem de outra cultura e fala outra língua, assim, o casal não pode ter o apoio da família do parceiro (Romano, 2008). O casal também pode ser discriminado em alguns países ou ambientes específicos, tais como igrejas, por causa de suas diferenças externas (Romano, 2008).

As conseqüências desses problemas são muito impactantes (Bustamante, Nelson, Henriksen Jr. & Monakes, 2011). A dor de ser rejeitado e a necessidade de ser aceito e fazer amigos na nova terra mãe, gera um conflito interno para o casal de imigrantes (Akhtar, 2011).

Estudos em neurociência argumentam que qualquer mudança ambiental é interpretada pelo cérebro humano como uma possível ameaça, que pode iniciar uma resposta mental e física de estresse (Connie & Ros, 2013). Assim, os casais interculturais experimentam um grau de ansiedade, como resultado de ter que enfrentar tantas situações novas (Akhtar, 2011). Se, além disso, eles precisarem aprender outro idioma, mudar de profissão ou rebaixar as suas expectativas de trabalho, sem o apoio da família e amigos, a série de desafios pode ser esmagadora, causando altos níveis de ansiedade, depressão, e fazendo com que a adaptação e aculturação sejam ainda mais difícil (Akhtar, 2011).

Portanto, o processo de socialização com a familia ou de fazer amigos, que deveria ser um momento de descanso e relaxamento, torna-se um outro estresse (Akhtar, 2011).


Mrs Glaucia Barbosa,
PACFA Reg. Provisional 25212 
MCouns, MQCA(Clinical)  

ABN: 19 476 932 954

References

Connie, H., & Rossouw, P.( 2013). BrainWise Leadership. Sydnay, AU: Learning Quest.

Akhtar, S. (2011). Immigration and acculturation. Mourning, adaptation, and the next generation. Maryland, UK: Jason Avonson.

Bustamante, R. M., Nelson, J. A., Henriksen Jr., R. C., & Monakes, S. (2011). Intercultural couples: Coping with culture-related stressors. The Family Journal, 19(2), 154-164. doi:10.1177/1066480711399723

Romano, Dugan (2008). Intercultural Marriage. Intercultural Press. Retrieved from http://www.eblib.com

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