Wednesday, 16 July 2014

Homesick/Immigration: Gender roles on cross-cultural relationships



Image:daniellavirmes.wordpress.com
                                                               



                 Gender roles on 
     cross-cultural relationships

Finding a place to belong in society and within the family by knowing the expected role to perform, increases
the feeling of being in control, which is one of the basic human needs (Grawe, 2007).

Whether the woman should be submissive to the husband, look after the children and household chores, or have an independent active life, working and studying, are different role positions identified by research (Bustamante, Nelson, Henriksen Jr., & Monakes, 2011), as leading to disparity between couples from
different cultures (Romano, 2008). These are related to the cultural interpretation of the purpose of marriage (Romano, 2008).

The idea of knowing who they are and how they are expected to behave, enhances the couple’s relationship stability, closeness, and reduces the solitude and grief caused by immigration (Akhtar, 2011).

On the other hand, if the roles are not well defined, or if there is no concordance about the expected roles in the relationship, the issues raised will generate an increase in anxiety, feelings of detachment and loss of identity (Akhtar, 2011). Even when the couple is willing to change in order to meet an agreement about their roles, this implies more than simply a change of positions or behaviors to please the partner, but rather represents a loss of part of the person's identity (Akhtar, 2011).

Immigration heightens these feelings, as immigration is, in itself, a process of grief and loss (Akhtar, 2011).






Mrs Glaucia Barbosa,
PACFA Reg. Provisional 25212 
MCouns, MQCA(Clinical)  
 
ABN: 19 476 932 954


References

Grawe, K. (2007). Neuropsychotherapy. How The Neuroscience Inform Effective Psychotherapy. New York,
USA: Taylor and Francis Group.

Bustamante, R. M., Nelson, J. A., Henriksen Jr., R. C., & Monakes, S. (2011). Intercultural couples: Coping with
culture-related stressors. The Family Journal, 19(2), 154-164. doi:10.1177/1066480711399723

Romano, Dugan (2008). Intercultural Marriage. Intercultural Press. Retrieved from http://www.eblib.com

Akhtar, S. (2011). Immigration and acculturation. Mourning, adaptation, and the next generation. Maryland,
UK: Jason Avonson.



 



Relacionamento nos casamentos
               interculturais

Sentir que encontramos um lugar para pertencer na sociedade e na família e conhecer qual o papel esperado para  desempenharmos, aumenta a sensação de estarmos em controle, o que é uma das necessidades básicas do ser humano (Grawe, 2007).

Se a mulher deve ser submissa ao marido, cuidar das crianças e das
tarefas de casa, ou ter uma vida ativa e independente, trabalhando e estudando, são funções diferentes identificadas por pesquisas (Bustamante, Nelson, Henriksen Jr., e Monakes de 2011), e podem causar disparidade entre casais de culturas
diferentes (Romano, 2008). Isto vai depender da interpretação cultural dada para propósito do casamento (Romano, 2008).

A ideia de saber quem são e como  devem se comportar, melhora a estabilidade no relacionamentodo entre o casal, a proximidade, e reduz a solidão e tristeza causados ​​pela imigração (Akhtar, 2011).

Por outro lado, se as funções não estão bem definidas, ou se não há concordância com relação as funções esperadas no relacionamento, as questões levantadas irão gerar um aumento da ansiedade, sentimentos de distanciamento e perda de identidade (Akhtar, 2011). Mesmo quando o casal está disposto a mudar, a fim de entrar em um acordo sobre seus papéis, isto implica em mais do que simplesmente uma mudança de posições ou comportamentos para agradar o parceiro, mas sim representa uma perda de parte da identidade da pessoa (Akhtar, 2011).

Imigração aumenta esses sentimentos, pois a imigração é, em si, um processo de dor e perda (Akhtar, 2011).


Mrs Glaucia Barbosa,
PACFA Reg. Provisional 25212 
MCouns, MQCA(Clinical)  
 
ABN: 19 476 932 954


References

Grawe, K. (2007). Neuropsychotherapy. How The Neuroscience Inform Effective Psychotherapy. New York,
USA: Taylor and Francis Group.

Bustamante, R. M., Nelson, J. A., Henriksen Jr., R. C., & Monakes, S. (2011). Intercultural couples: Coping with
culture-related stressors. The Family Journal, 19(2), 154-164. doi:10.1177/1066480711399723

Romano, Dugan (2008). Intercultural Marriage. Intercultural Press. Retrieved from http://www.eblib.com

Akhtar, S. (2011). Immigration and acculturation. Mourning, adaptation, and the next generation. Maryland,
UK: Jason Avonson.



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